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Paciente e profissional
Motivo do encaminhamento
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Informações sobre a criança
Testes e métodos utilizados
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Achados de cada área avaliada
Síntese e orientações
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O relatório psicopedagógico é um documento técnico que sintetiza os resultados de uma avaliação psicopedagógica realizada com crianças, adolescentes ou adultos que apresentam dificuldades no processo de aprendizagem. Ele é produzido por psicopedagogos, psicólogos ou neuropsicólogos e tem como objetivo descrever as habilidades, dificuldades e potencialidades do avaliando nas dimensões cognitiva, pedagógica e socioemocional.
Diferentemente de um laudo diagnóstico, o relatório psicopedagógico foca no processo de aprendizagem — como o indivíduo adquire, processa e utiliza informações. Ele fornece subsídios para que escolas possam implementar adaptações curriculares, para que outros profissionais de saúde complementem a investigação diagnóstica e para que famílias compreendam as necessidades específicas de seus filhos.
Um relatório bem estruturado deve conter as seguintes seções: dados de identificação do paciente e do profissional; motivo do encaminhamento, descrevendo quem encaminhou e qual a queixa principal; anamnese resumida, com informações sobre desenvolvimento, histórico escolar e acompanhamentos anteriores; instrumentos utilizados, listando todos os testes e procedimentos aplicados durante a avaliação.
Na sequência, o relatório apresenta os resultados por área (cognitiva, pedagógica, emocional), com descrição detalhada dos achados em cada dimensão avaliada. A seção de conclusão sintetiza os achados de forma integrada, apontando as hipóteses diagnósticas ou funcionais. Por fim, as recomendações orientam encaminhamentos para outros profissionais, adaptações escolares necessárias e estratégias de intervenção.
Utilize linguagem técnica acessível — o relatório será lido por pais, professores e outros profissionais. Evite jargões excessivos sem explicação. Seja específico nos achados: ao invés de "a criança tem dificuldade na leitura", descreva qual tipo de dificuldade (decodificação, fluência, compreensão). Sempre inclua dados quantitativos quando disponíveis (percentis, classificações) ao lado da análise qualitativa. As recomendações devem ser práticas e acionáveis, indicando frequência de acompanhamento e objetivos específicos.
Escrever um relatório psicopedagógico de qualidade exige organização, clareza e fundamentação técnica. Abaixo, detalhamos o passo a passo completo para produzir um documento que atenda às expectativas de escolas, famílias e equipes multidisciplinares.
Antes de iniciar a redação, organize as informações básicas: nome completo do paciente, data de nascimento, idade em anos e meses, série escolar, nome da escola, data da avaliação e seus dados profissionais (nome, registro CRP ou equivalente). Esses dados compõem o cabeçalho do relatório e são essenciais para contextualização.
Registre quem encaminhou a criança (escola, médico, família) e qual foi a queixa apresentada. Seja fiel ao relato original — esta seção documenta a demanda inicial, não suas conclusões. Use citações indiretas: "A escola relata que o aluno apresenta dificuldade significativa na aquisição da leitura desde o 2º ano."
Inclua informações relevantes sobre desenvolvimento neuropsicomotor (marcos de fala, marcha, etc.), histórico de gestação e parto, histórico escolar (adaptação, trocas de escola, repetências), acompanhamentos anteriores e antecedentes familiares. Filtre apenas informações que contribuam para a compreensão do caso — nem tudo precisa constar.
Relacione todos os testes padronizados aplicados (WISC-V, TDE-II, PROLEC, Bender, etc.), técnicas projetivas (HTP, Desenho da Família) e procedimentos complementares (observação lúdica, análise de cadernos, contato com escola). Para cada instrumento, é boa prática indicar brevemente o que ele avalia, especialmente se o leitor não for da área.
Esta é a seção mais importante do relatório. Organize os achados em blocos: aspectos cognitivos (QI, funções executivas, memória, velocidade de processamento), aspectos pedagógicos (leitura, escrita, matemática, com dados quantitativos e qualitativos) e aspectos emocionais e comportamentais. Sempre que possível, compare o desempenho com o esperado para a faixa etária e escolaridade.
Integre os achados das diferentes áreas em uma síntese coerente. Aponte se os resultados são compatíveis com alguma hipótese diagnóstica (Dislexia, Discalculia, TDAH, etc.) ou se indicam necessidade de investigação complementar. Lembre-se: o relatório psicopedagógico não é um laudo médico, mas pode e deve apontar hipóteses clínicas para encaminhamento.
Finalize com orientações práticas e específicas. Indique quais profissionais devem ser consultados (fonoaudiólogo, neuropediatra, terapeuta ocupacional), que tipo de acompanhamento é indicado e com qual frequência. Para a escola, sugira adaptações curriculares concretas. Para a família, ofereça estratégias de apoio em casa. Sempre que pertinente, recomende uma reavaliação futura para acompanhar a evolução.
Os erros mais frequentes em relatórios psicopedagógicos incluem: linguagem excessivamente genérica ("a criança apresenta dificuldades") sem especificar quais; ausência de dados quantitativos para fundamentar as conclusões; recomendações vagas ("buscar acompanhamento profissional") sem indicar qual profissional e para quê; e conclusões que extrapolam os dados — afirmar diagnósticos sem evidência suficiente. Um bom relatório é equilibrado: fundamentado nos dados, claro na comunicação e útil para quem vai ler.
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