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Modelo de Anamnese Psicopedagógica para Imprimir

O roteiro completo da entrevista inicial, ajustado à faixa etária — pronto para imprimir e preencher à mão na sessão.

Escolha o tipo

O documento vai ter
  • · Identificação
  • · Queixa e motivo do encaminhamento
  • · Gestação, parto e primeira infância
  • · Saúde e desenvolvimento
  • · Histórico escolar
  • · Vínculo com a aprendizagem
  • · Contexto familiar e social
45 campos no total.

Por que a anamnese decide a avaliação

A anamnese é onde a queixa vira hipótese. É nela que você descobre se a dificuldade de leitura começou no primeiro ano ou depois de uma mudança de escola — e essas duas histórias pedem avaliações diferentes.

Um erro comum é tratá-la como formulário a preencher. Ela é entrevista: o roteiro garante que nada essencial fique de fora, mas quem conduz é você, seguindo o que a família traz.

Dois blocos costumam ser abreviados e não deveriam: saúde — porque visão, audição e sono explicam muita dificuldade escolar e são baratos de descartar — e vínculo com a aprendizagem, que é justamente o olhar que diferencia a psicopedagogia.

Em resumo

O que é
Um roteiro de anamnese psicopedagógica para imprimir e preencher à mão na sessão, em 3 versões por faixa etária: criança, adolescente, adulto.
O que ele traz
Os blocos da entrevista inicial, com o porquê de cada um — na versão infantil: identificação; queixa e motivo do encaminhamento; gestação, parto e primeira infância; saúde e desenvolvimento; histórico escolar; vínculo com a aprendizagem; contexto familiar e social.
Quanto custa
Nada, e sem cadastro. O roteiro sai em branco; nada do que é preenchido passa pelo servidor.
O que ele não faz
Não substitui a escuta: a ordem das perguntas e o que aprofundar dependem do que aparece na conversa.

Como usar

  1. 1Escolha a faixa etária. Criança (até 11 anos — entrevista com os responsáveis); Adolescente (12 a 17 anos — responsáveis + o próprio); Adulto (18 anos ou mais — entrevista direta).
  2. 2Gere o roteiro. Os blocos aparecem na ordem da entrevista, com o motivo de cada um.
  3. 3Imprima e preencha na sessão. Guarde o documento preenchido conforme as regras de guarda de prontuário e a LGPD — são dados sensíveis de terceiro.

O que o roteiro pergunta, por faixa etária

Criança — até 11 anos — entrevista com os responsáveisver
  • Identificação: Dados que localizam o caso e permitem retomar o histórico meses depois. Campos: Nome; Data de nascimento; Idade na avaliação; Escola / instituição; Ano/série ou ocupação; Informante(s); Data da entrevista.
  • Queixa e motivo do encaminhamento: A queixa dita toda a avaliação. Registre com as palavras de quem trouxe — depois você traduz. Campos: Queixa nas palavras do informante; Quem percebeu primeiro, e quando; Há quanto tempo ocorre; O que já foi tentado, e com que resultado; Quem encaminhou; Expectativa em relação à avaliação.
  • Gestação, parto e primeira infância: Marcos do desenvolvimento situam a dificuldade atual numa trajetória — e às vezes explicam. Campos: Gestação — intercorrências; Parto e condições de nascimento; Marcos motores — sentar, andar; Marcos de linguagem — primeiras palavras, frases; Controle de esfíncteres; Alimentação e seletividade; Brincar — o que e com quem.
  • Saúde e desenvolvimento: Descarta ou identifica causas que mudam completamente a conduta — visão, audição, sono, medicação. Campos: Condições de saúde atuais e pregressas; Medicações em uso; Avaliação oftalmológica — quando e resultado; Avaliação auditiva — quando e resultado; Padrão de sono; Diagnósticos anteriores e por quem; Acompanhamentos em curso.
  • Histórico escolar: Mostra se a dificuldade é recente, antiga, ou apareceu junto de uma mudança. Campos: Trajetória escolar — instituições e transições; Como foi o processo de alfabetização; Repetências, reforço ou adaptações já feitas; Disciplinas de maior e de menor facilidade; Relação com professores e com a escola; Frequência e faltas.
  • Vínculo com a aprendizagem: O núcleo do olhar psicopedagógico: como a pessoa se relaciona com aprender, errar e pedir ajuda. Campos: Como reage diante de uma tarefa difícil; Como lida com o erro; Pede ajuda? De quem, e como; O que gosta de fazer, dentro e fora da escola; Como descreve a si mesmo como aprendiz; Rotina de estudo e organização.
  • Contexto familiar e social: Sustenta ou atrapalha qualquer intervenção. Sem isso, o plano não se realiza. Campos: Composição familiar e com quem convive; Quem acompanha a vida escolar no dia a dia; Rotina da casa; Mudanças significativas recentes; Dificuldades semelhantes na família; Relação com pares.
Adolescente — 12 a 17 anos — responsáveis + o própriover
  • Identificação: Dados que localizam o caso e permitem retomar o histórico meses depois. Campos: Nome; Data de nascimento; Idade na avaliação; Escola / instituição; Ano/série ou ocupação; Informante(s); Data da entrevista.
  • Queixa e motivo do encaminhamento: A queixa dita toda a avaliação. Registre com as palavras de quem trouxe — depois você traduz. Campos: Queixa nas palavras do informante; Quem percebeu primeiro, e quando; Há quanto tempo ocorre; O que já foi tentado, e com que resultado; Quem encaminhou; Expectativa em relação à avaliação.
  • Gestação, parto e primeira infância: Marcos do desenvolvimento situam a dificuldade atual numa trajetória — e às vezes explicam. Campos: Gestação — intercorrências; Parto e condições de nascimento; Marcos motores — sentar, andar; Marcos de linguagem — primeiras palavras, frases; Controle de esfíncteres; Alimentação e seletividade; Brincar — o que e com quem.
  • Saúde e desenvolvimento: Descarta ou identifica causas que mudam completamente a conduta — visão, audição, sono, medicação. Campos: Condições de saúde atuais e pregressas; Medicações em uso; Avaliação oftalmológica — quando e resultado; Avaliação auditiva — quando e resultado; Padrão de sono; Diagnósticos anteriores e por quem; Acompanhamentos em curso.
  • Histórico escolar: Mostra se a dificuldade é recente, antiga, ou apareceu junto de uma mudança. Campos: Trajetória escolar — instituições e transições; Como foi o processo de alfabetização; Repetências, reforço ou adaptações já feitas; Disciplinas de maior e de menor facilidade; Relação com professores e com a escola; Frequência e faltas.
  • Vínculo com a aprendizagem: O núcleo do olhar psicopedagógico: como a pessoa se relaciona com aprender, errar e pedir ajuda. Campos: Como reage diante de uma tarefa difícil; Como lida com o erro; Pede ajuda? De quem, e como; O que gosta de fazer, dentro e fora da escola; Como descreve a si mesmo como aprendiz; Rotina de estudo e organização.
  • Contexto familiar e social: Sustenta ou atrapalha qualquer intervenção. Sem isso, o plano não se realiza. Campos: Composição familiar e com quem convive; Quem acompanha a vida escolar no dia a dia; Rotina da casa; Mudanças significativas recentes; Dificuldades semelhantes na família; Relação com pares.
  • Específico da adolescência: Autonomia, projeto de futuro e uso de tela mudam o quadro nessa faixa. Campos: Autonomia nos estudos; Projeto de futuro — o que pretende; Uso de telas e impacto na rotina; Como percebe a própria dificuldade.
Adulto — 18 anos ou mais — entrevista diretaver
  • Identificação: Dados que localizam o caso e permitem retomar o histórico meses depois. Campos: Nome; Data de nascimento; Idade na avaliação; Escola / instituição; Ano/série ou ocupação; Informante(s); Data da entrevista.
  • Queixa e motivo do encaminhamento: A queixa dita toda a avaliação. Registre com as palavras de quem trouxe — depois você traduz. Campos: Queixa nas palavras do informante; Quem percebeu primeiro, e quando; Há quanto tempo ocorre; O que já foi tentado, e com que resultado; Quem encaminhou; Expectativa em relação à avaliação.
  • Trajetória e demanda atual: No adulto, a queixa costuma ser funcional: trabalho, concurso, faculdade. O foco muda. Campos: Escolaridade concluída; Ocupação atual e exigências de leitura/escrita/cálculo; Em que situações a dificuldade aparece hoje; Estratégias que já desenvolveu por conta própria; Impacto emocional relatado; O que espera conseguir com o acompanhamento.
  • Saúde e desenvolvimento: Descarta ou identifica causas que mudam completamente a conduta — visão, audição, sono, medicação. Campos: Condições de saúde atuais e pregressas; Medicações em uso; Avaliação oftalmológica — quando e resultado; Avaliação auditiva — quando e resultado; Padrão de sono; Diagnósticos anteriores e por quem; Acompanhamentos em curso.
  • Histórico escolar: Mostra se a dificuldade é recente, antiga, ou apareceu junto de uma mudança. Campos: Trajetória escolar — instituições e transições; Como foi o processo de alfabetização; Repetências, reforço ou adaptações já feitas; Disciplinas de maior e de menor facilidade; Relação com professores e com a escola; Frequência e faltas.
  • Vínculo com a aprendizagem: O núcleo do olhar psicopedagógico: como a pessoa se relaciona com aprender, errar e pedir ajuda. Campos: Como reage diante de uma tarefa difícil; Como lida com o erro; Pede ajuda? De quem, e como; O que gosta de fazer, dentro e fora da escola; Como descreve a si mesmo como aprendiz; Rotina de estudo e organização.
  • Contexto familiar e social: Sustenta ou atrapalha qualquer intervenção. Sem isso, o plano não se realiza. Campos: Composição familiar e com quem convive; Quem acompanha a vida escolar no dia a dia; Rotina da casa; Mudanças significativas recentes; Dificuldades semelhantes na família; Relação com pares.

Perguntas frequentes

Tem modelo de anamnese psicopedagógica para imprimir?
Sim, gratuito e sem cadastro, em 3 versões: criança (entrevista com os responsáveis), adolescente (responsáveis e o próprio) e adulto (entrevista direta). Sai em branco, para preencher à mão na sessão.
O que perguntar na anamnese psicopedagógica?
O roteiro organiza a entrevista em blocos: identificação; queixa e motivo do encaminhamento; gestação, parto e primeira infância; saúde e desenvolvimento; histórico escolar; vínculo com a aprendizagem; contexto familiar e social. Cada bloco explica por que aquela informação importa para a avaliação.
A anamnese muda para adolescente ou adulto?
Sim. A do adolescente acrescenta um bloco sobre autonomia, projeto de futuro, uso de telas e como ele percebe a própria dificuldade; a do adulto troca o desenvolvimento infantil por um bloco próprio da vida adulta.