Guia Completo · 2026

Os 47 Testes Psicopedagógicos Mais Usados no Brasil

Para profissionais que avaliam, intervêm e não improvisam. Cada instrumento com guia completo: o que mede, quem aplica e como interpretar.

47
Instrumentos
7
Categorias
0–90
Anos cobertos
100%
Conteúdo grátis

Avaliar é o que separa psicopedagogia de improviso

Avaliar bem exige conhecer profundamente os instrumentos disponíveis — quais existem, o que cada um mede, quem está habilitado a aplicar, como interpretar resultados e como articular achados ao plano de intervenção.

Esta página reúne os 47 testes psicopedagógicos mais usados no Brasil, organizados por categoria clínica. Cada teste tem um guia completo dedicado — clique no card para ler o conteúdo aprofundado, com história do instrumento, estrutura, padrões clínicos de interpretação e limitações importantes.

Para casos onde a hipótese envolve múltiplos domínios (TDAH com dislexia, TEA com prejuízo cognitivo, dificuldades amplas de aprendizagem), recomendamos combinar instrumentos de categorias diferentes. O Seletor de Testes iPsy ajuda a montar baterias personalizadas em poucos cliques.

Os 47 testes organizados por categoria clínica

Encontre rapidamente o instrumento adequado ao caso que está investigando. Clique em cada card para ler o guia completo.

Desenvolvimento, TEA e Reabilitação
Desenvolvimento global, autismo e técnicas qualitativas clássicas
15 testes
Bayley III
300/mês
Padrão-ouro mundial em desenvolvimento de 0 a 42 meses.
1–42 meses Privativo psicólogo
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Denver II
1.050/mês
Triagem de desenvolvimento global — usada na atenção primária.
0–6 anos Aplicação livre
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M-CHAT-R/F
6.100/mês
Triagem de TEA em crianças pequenas — escala internacional.
16–30 meses Aplicação livre
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CARS
500/mês
Childhood Autism Rating Scale — gravidade do TEA em 15 itens.
2+ anos Multidisciplinar
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PROTEA-R
200/mês
Protocolo de Avaliação de TEA — instrumento brasileiro.
3–12 anos Multidisciplinar
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Vineland
450/mês
Comportamento adaptativo em 4 domínios — central em DI e TEA.
0–90 anos Privativo psicólogo
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ABLLS-R
200/mês
Avaliação de habilidades em ABA — base para programas de intervenção em TEA.
2–7 anos Multidisciplinar
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VB-MAPP
250/mês
Verbal Behavior Milestones — marcos do comportamento verbal em ABA.
0–4 anos Multidisciplinar
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IDADI
200/mês
Inventário de Avaliação do Desenvolvimento Infantil brasileiro.
0–6 anos Multidisciplinar
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Griffiths
150/mês
Escalas Griffiths do Desenvolvimento — britânica clássica.
0–8 anos Privativo psicólogo
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PEDI
250/mês
Inventário Pediátrico de Avaliação de Incapacidade — funcionalidade.
6m–7,5 anos Multidisciplinar
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NEUPSILIN-Inf
200/mês
Avaliação Neuropsicológica Breve Infantil brasileira.
6–12 anos Privativo psicólogo
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EOCA
250/mês
Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem — base argentina (Visca).
5–15 anos Psicopedagogo aplica
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Par Educativo
250/mês
Técnica projetiva de Visca para investigação do vínculo de aprendizagem.
5–15 anos Psicopedagogo aplica
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Provas Operatórias
1.150/mês
Provas piagetianas — investigação do nível operatório de pensamento.
4–12 anos Psicopedagogo aplica
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O que você precisa saber antes de aplicar

Três princípios fundamentais que separam avaliação séria de aplicação mecânica.

Quem pode aplicar
Testes cadastrados no SATEPSI (WISC, Raven, NEPSY-II, Conners, CBCL) são privativos do psicólogo. Já sondagens, escalas internacionais livres (SNAP-IV, SDQ), provas operatórias e técnicas qualitativas (EOCA, Par Educativo) podem ser aplicados por psicopedagogos e fonoaudiólogos com formação adequada.
Como escolher os testes
A escolha segue três critérios articulados: hipótese clínica (queixa de leitura → categoria Linguagem), idade (cada instrumento tem faixa validada) e contexto (clínica privada permite mais; escola pública trabalha com bateria curta). Componha sempre uma bateria diversificada com cognitivo + queixa principal + comportamental + qualitativo.
Limitações importantes
Nenhum instrumento isolado fecha diagnóstico. Resultados rebaixados são pistas, não verdades. Diagnósticos formais exigem critérios DSM-5/CID-11, sintomas em múltiplos contextos e prejuízo funcional. Testes são sensíveis ao estado da criança no dia — sono, ansiedade e fadiga podem rebaixar artificialmente o desempenho.

Perguntas frequentes

Dúvidas mais comuns sobre testes psicopedagógicos no Brasil.

O WISC (Escala Wechsler de Inteligência) é o instrumento cognitivo mais aplicado, com 5.000 buscas mensais. Para queixas escolares, a Sondagem de Escrita (12.100 buscas/mês) lidera por ser amplamente usada por psicopedagogos e professores. Para TDAH, o SNAP-IV (6.550 buscas/mês) é o mais difundido. Para TEA, o M-CHAT-R/F (6.100 buscas/mês) domina a triagem precoce.
Não. Aproximadamente 70% dos instrumentos listados são cadastrados no SATEPSI, sendo privativos do psicólogo. O psicopedagogo aplica os instrumentos não-padronizados (sondagens, provas operatórias, EOCA, Par Educativo, SNAP-IV, SDQ) e recebe laudos psicológicos com os resultados dos demais. Cada card indica claramente quem pode aplicar o instrumento.
Não há número fixo, mas como referência: avaliações psicopedagógicas costumam combinar de 4 a 8 instrumentos diferentes, distribuídos entre cognitivo, domínio com queixa principal, comportamental e qualitativo. Avaliações neuropsicológicas combinam mais (8 a 15 instrumentos), pois investigam múltiplos domínios cerebrais. Quanto mais complexa a hipótese, mais ampla a bateria.
Não. Muitos instrumentos têm acesso pago (kits oficiais com manual e folhas de aplicação), mas vários são gratuitos ou de domínio público. O Combo de Testes iPsy reúne 10 dos instrumentos mais usados em formato pronto para aplicação, eliminando a necessidade de aquisições individuais para a maior parte das avaliações psicopedagógicas iniciais.
Modelos de anamnese, relatório psicopedagógico, devolutiva e PEI que articulam corretamente resultados de múltiplos testes estão disponíveis no Kit de Documentos iPsy. Os modelos seguem padrão exigido pelo Conselho Nacional de Educação e estão organizados por tipo de hipótese diagnóstica (dislexia, TDAH, TEA, dificuldade global de aprendizagem).

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Conheça a fundo cada instrumento. Escolha o teste certo para cada caso. Eleve a qualidade técnica do seu trabalho.